Acontecimentos, fatos, vários momentos lhe eram irrelevantes. Do espaço-tempo conhecia vários atalhos. De tanta graça desdenhava de tudo aquilo em que era incumbido.
Certo "dia", resolveu andar mais e mais rápido. Queria ver, sentir seus limites.
Tal limite tornou-se uma busca incessante e inalcançavel. Um fardo.
Então Janus o avisou educadamente sobre sua desventura do destino. (Janus é um Deus de duas cabeças, passado e futuro. Como um porteiro celestial responsável por abrir as portas dos "anos" que se iniciam.)
Mas o eu-lírico tinha forte personalidade e muito orgulho. Por mais de 23 "anos" voou sem dúvidas e sem destino. Deixando para trás anedotas, metáforas, metonímias, eufemismos, sátiras etc...
Em janeiro. No súbito janeiro. Foi-lhe pregado a peça.
Eu-lírico colidira pela primeira vez. O impacto fora estrondoso.
Jamais imaginava.
Ela era linda.
Com Pétalas amarelas. Um perfume brando.
Seguia o sol com olhos de deuses.
Um comentário:
Ah Não! Não li isso não pqp
kkkk
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