sábado, 28 de fevereiro de 2009

Loucos por ti Adrielle

Assim que aterrissamos fiz uma pergunta singela, pacata e totalmente íntegra dentro do vocabulário pascal:
- Vei, bora pro pau?
- Não Angim. Vamos não. Idiota.
- ???
- M a t a t o d o m u n d o!!!

Na casa cabiam no máximo 12 pessoas.
Foram 19 homens.
Beleeeeza!
Mas eram vikings. Então revezamos o turno.
Engenharia é tudo.
Mas tinha a empregada!
Ela apareceu lá um dia e nunca mais voltou.
Bar do Fran. Lá vulgo lar onde as coisas acontecem. Um buteco horrível! Custava a ter cerveja e ainda cara. Um dia Fran foi à cachoeira com o filho dele não voltou mais. Nunca vi uma esposa tão chifruda.

Jander,
falemos de Jander. Simplesmente o cara mais doido do Brasil. O cara tem 34 anos e um histórico de loucura inacreditável. Jô Soares deve estar implorando pela sua visita.
Naaaaaaaaaaan... Ele não é doido não:
Gritava AAAAAAAAAAH o tempo todo.
Sentou no buteco do Fran, quebrou 17 garrafas e 5 copos.
Tomou batida de polícia. Depois disso chingou discaradamente todas viaturas de polícia que passavam.
Mijou na própria bermuda duas vezes de tanto beber.
Durante a confusão de uma briga ele pegou uma menina, jogou ela no chão e beijou.
Batia o corpo no madeirite do lote-vago querendo atravessar do outro lado.
E atravessou. Ficou um leproso sangrando depois.
Do nível do Tatu, que pulou dentro do caminhão de lixo e foi parar no hospital.
Mais louco que o Jander somente Gebrim, Hector e Fabim. Voltaram com o Jander dirigindo pra BH.

Diamantino James Brown,
- Pelo amor de Deus, eu fico puto quando me chamam de Dennis Brown. É James Brown!
Rárárá. Um sujeito Ray Charles. Diz o cara que manda numa construção atrás da igreja. E que lá pode metê 24hrs por segundo.
- ..duvida? vamo lá preu te mostrar!
Vai lá Mathevs!! Rárárá

Mathevs,
Olha o tamanho do baby. Uma locomotiva em ação. Usando o short do Eduardo!
- Mira la mosculatura! ...mas que flexibilidade! Rágabanz...
- Pegar mulher gatinha e bonitinha é fácil. Quero ver pegar as velhas e feias. Aí tem q ser macho de verdade!

Eduardo,
- VEI, EU SOU FRACO! Eu não sou retardado.
Rárárá o experiente Eduardo. Cinco anos consecutivos de diamantina. Dotado de um conhecimento abrupto, lapidado e robusto sobre diamantina. O menino do mapa. Foi o guia mais bêbado que eu já vi na minha vida.

Gebras,
- Para que olhos tão graaandes??
Fala bebe fala bebe e dorme. No outro dia fala bebe fala bebe e dorme.
- Oh Priscila, sabe que eu te amo né??
Rárárá Ele falou isso simplesmente um milhão de vezes.
- Pára diamantina!

Andim,
e momentos after-Johnny
- Vei, eu não consigo andar. Eu não consigo a n d a r!
O único sujeito que procurou uma banca em pleno carnaval e achou. Fechada.
- Noooooooooooooooon.. está muerta!

Sendo bem sincero. Pra pular carnaval tem que ter saúde

Algumas frases avulsas:
Mais fácil pular do que dar a volta.
De longe você era tão feia. Perto você é tão...
Você paga faixa azul?
Essa ai paga IPTU.
Você tem cigarro? Então tira o ci e...
Já almoçou? Então depois eu te dou...
Tocômetro

Carnaval pode acontecer de tudo. Tudo... Escorregar na rua, pagar caro na gasolina, achar banca fechada, tomar cerveja quente, pagar 2,50 numa skol, derramar cerveja dentro da mala, tomar fora da vizinha, perder a carteira, cantarem sua mulher... tudo!
Agora duro mesmo,
é quando a água gelada bate no saco.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Um diamante que voa

Indiferentes para os caçadores
atiram depois perguntam
Caiu?
Uai, veteranos da última guerra.

Sejam pássaros verdes,
sejam azuis..
Enquanto vivos,
em tempo de caça ouvem quaisquer
mesmo que menos coloridos

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Comédia e romance

Obsesso me comete à luta por um novo Estado.
Até ao ponto de não se distinguir: "Leandro ou Leônidas?"
O teatro de um feliz.
Fico ao vento relembrando o que me é o único norte.
Contabilizando ironias e desventuras passadas.
Descobrindo por exaustão dos já demasiados passos.
Na hora foi imperceptível.
Mas havia uma esperança naquele breve sorriso.
Remorso dá sede?
Se, correrei de novo.
Mas desta vez pelado.
Odeio festa à fantasia.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A morte do eu-lírico

Eu-lírico viajava pelo espaço. Como se fosse um pequeno príncipe à uma velocidade colossal. Ele era um meteoro colossal. Atravessava outros astros sem o menor desconforto.
Acontecimentos, fatos, vários momentos lhe eram irrelevantes. Do espaço-tempo conhecia vários atalhos. De tanta graça desdenhava de tudo aquilo em que era incumbido.
Certo "dia", resolveu andar mais e mais rápido. Queria ver, sentir seus limites.
Tal limite tornou-se uma busca incessante e inalcançavel. Um fardo.
Então Janus o avisou educadamente sobre sua desventura do destino. (Janus é um Deus de duas cabeças, passado e futuro. Como um porteiro celestial responsável por abrir as portas dos "anos" que se iniciam.)
Mas o eu-lírico tinha forte personalidade e muito orgulho. Por mais de 23 "anos" voou sem dúvidas e sem destino. Deixando para trás anedotas, metáforas, metonímias, eufemismos, sátiras etc...
Em janeiro. No súbito janeiro. Foi-lhe pregado a peça.
Eu-lírico colidira pela primeira vez. O impacto fora estrondoso.
Jamais imaginava.
Ela era linda.
Com Pétalas amarelas. Um perfume brando.
Seguia o sol com olhos de deuses.